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16/02/2006

A Polícia Civil de Goiás indicia Delúbio Soares por peculato. O ex-tesoureiro do PT é acusado de apropriação indevida de dinheiro público. Ele recebeu salários mensais que variaram entre R$ 1.240,00 e R$ 1.400,00 nos anos de 2001 e 2002, como se prestasse serviços ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás. Mas Delúbio trabalhava em São Paulo para o partido. As presidentes do sindicato Noeme Diná Silva, indiciada, e Neyde Aparecida (PT-GO), eleita deputada, assinaram comprovantes falsos de que o ex-tesoureiro cumpria jornadas de trabalho de 40 horas semanais em Goiânia, durante dois anos.

O Conselho de Ética da Câmara aprova, por 10 votos a 3, a cassação do deputado João Magno (PT-MG). Ele é acusado de envolvimento no escândalo do mensalão. Magno admitiu ter recebido R$ 426 mil das contas de Marcos Valério. Garante, porém, que usou o dinheiro para pagar despesas das campanhas políticas de 2002, quando se elegeu deputado, e de 2004, quando disputou e perdeu a Prefeitura de Ipatinga (MG). Magno não registrou os recursos na Justiça Eleitoral. Aguardava documentos do PT sobre a origem da contribuição. Depois que o escândalo do mensalão veio à tona, prestou contas ao Tribunal Regional Eleitoral.

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